O que está no seu prato pode estar adoecendo você.
Os defensores agrícolas presentes nos alimentos são uma ameaça invisível à saúde e bem-estar de milhões de pessoas. O Saúde em Ação existe para mudar isso.
Como está seu dia?
Registre o que você comeu, conheça cada alimento e marque os cuidados que já faz. Sem cobrança, no seu ritmo.
Conheça a nossa proposta:
Você está comendo veneno — e nem percebe.
O Brasil é o maior consumidor mundial de defensores agrícolas. Despejamos mais de 540 mil toneladas por ano nas lavouras — e os resíduos chegam ao seu prato, à sua água e ao corpo do seu filho. Os efeitos são lentos, silenciosos e irreversíveis.
amostras da Anvisa têm resíduos acima do permitido ou defensores agrícolas proibidos no país.
brasileiros intoxicados por defensores agrícolas a cada ano segundo o SUS — e estima-se 50× mais casos não notificados.
amostras de leite materno analisadas no PR/MT tinham resíduos de defensores agrícolas (UFMG/Fiocruz).
defensores agrícolas usados no Brasil são proibidos na União Europeia por causarem câncer e mutações.
Fontes: Anvisa (PARA), INCA, Fiocruz, IDEC e Faculdade de Medicina da UFMG.
Defensores Agrícolas: um veneno que chega à mesa.
O Brasil é um dos maiores consumidores mundiais de defensores agrícolas. A cada ano, mais de 540 mil toneladas são despejadas nas lavouras — e parte significativa permanece nos alimentos que consumimos diariamente.
Esses produtos químicos foram associados a intoxicações agudas, doenças crônicas, distúrbios hormonais, problemas neurológicos e diversos tipos de câncer, segundo o INCA, a Anvisa e o Ministério da Saúde. Mais de 30% dos defensores agrícolas usados no Brasil estão proibidos na União Europeia.
das amostras analisadas pela Anvisa apresentam resíduos acima do permitido ou de substâncias proibidas.
de defensores agrícolas consumidos por ano no Brasil — campeão mundial.
notificações anuais de intoxicação por defensores agrícolas no SUS.
Alinhados à ODS 3 da ONU
"Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades." É a partir dessa meta global que o Saúde em Ação nasceu — informar é o primeiro passo para transformar.
Reconhecer o risco
Saber quais alimentos têm maior contaminação e quais defensores agrícolas estão envolvidos.
Proteger a saúde
Reduzir a exposição com escolhas conscientes, lavagem correta e preferência por orgânicos.
Agir coletivamente
Pressionar por políticas públicas e apoiar a agricultura familiar e agroecológica.
O preço silencioso dos defensores agrícolas
A exposição contínua, mesmo em pequenas doses, é cumulativa. Os efeitos aparecem ao longo dos anos — e podem destruir vidas inteiras. Confira, com base em estudos do INCA, UFMG, Fiocruz e Ministério da Saúde, o que o veneno faz com o corpo humano:
Câncer
O INCA reconhece os defensores agrícolas como fator de risco para leucemia, linfomas não-Hodgkin, câncer de próstata, mama, cérebro, pulmão, fígado e estômago. Crianças expostas têm até 7× mais risco de leucemia.
Sistema nervoso
Organofosforados e carbamatos atacam o cérebro: estão ligados a Parkinson, Alzheimer precoce, depressão grave, ansiedade, suicídio e perda de memória em adultos. Em crianças, causam déficit cognitivo permanente.
Gestação e bebês
Atravessam a placenta e contaminam o leite materno. Estão associados a abortos, malformações congênitas, microcefalia, autismo, puberdade precoce e infertilidade futura.
Sistema hormonal
São desreguladores endócrinos: alteram tireoide, testosterona e estrógeno, causando infertilidade, obesidade, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares mesmo em jovens.
Fígado e rins
O corpo precisa metabolizar o veneno todos os dias. O resultado: hepatite tóxica, cirrose não-alcoólica e insuficiência renal crônica em pessoas cada vez mais jovens.
Intoxicação aguda
Náusea, vômito, tontura, convulsão, parada respiratória e morte. O SUS registra 34 mil casos/ano — e a OMS estima que para cada notificação existam até 50 casos invisíveis.
Não existe "dose segura"
Pesquisadores da Faculdade de Medicina da UFMG alertam: "os efeitos dos defensores agrícolas sobre a saúde humana só serão percebidos no futuro". Ou seja — o câncer, o Parkinson e a infertilidade que aparecerão daqui a 10, 20, 30 anos estão sendo plantados no prato de hoje.
